ASSUNTO MUITO SÉRIO: FINANCIAMENTO DE CAMPANHA
Os candidatos já estão com as contas de campanha abertas nos bancos para as eleições 2016. Eles aguardam de coração na mão para que bons cidadãos, verdadeiramente desinteressados contribuam para suas campanhas. Pensando bem, é o mínimo que poderíamos fazer pelos candidatos que se dispõe “heroicamente e desinteressadamente” a concorrer.
Muitas pessoas terão pensado que eu estou sendo irônico ou insensivelmente brincando ao realizar o comentário acima. Mas ele tem muito de verdade! A eleição é um processo normal, prática corrente na democracia. Seria muito justo que o partido pagasse a campanha de seus candidatos, afinal eles estão representando o projeto do partido. Quando é o próprio candidato que tem que pagar as contas da campanha, a ideia que fica é de que na prática não é um partido que está concorrendo e, sim, uma pessoa ou um grupo. Neste caso é o partido que esta sendo oportunista com o candidato ou os candidatos e uma vez eleito desta forma é quase natural que o prefeito tenha um comportamento personalista e governe para quem o ajudou financeiramente a eleger-se. O partido não teve compromisso com ele. Ele também não terá compromisso com o partido! Como é que um partido vai poder cobrar do administrador algum compromisso, se ele o abandonou financeiramente na eleição. Existem pessoas que pensam que candidatos são “vacas que pastam no céu e dão leite aqui na terra”.
Falando sério minha gente boa, as despesas oficiais e legais em uma campanha avolumam o suficiente para assustar muitos possíveis candidatos sinceramente desinteressados. O ideal seria que muitas pessoas contribuíssem com um pouco, tirando do financiamento de campanha o cunho pessoal da doação. Favoreceria a equidade entre os candidatos, facilitando sobremaneira as campanhas e os eleitos governariam para todos, sem compromisso com seus financiadores. Se o prefeito vai administrar para a comunidade, não é justo pagar sozinho uma conta enorme para se eleger. Estará recebendo salário, sim, porque estará trabalhando e não recebendo devolução do que gastou na campanha.
Portanto, na medida do possível, vamos ser cidadãos de verdade e modestamente mudar o hábito, contribuindo mesmo modestamente para as campanhas dos nossos candidatos. Só pode doações de pessoas físicas. Quem não prestou declaração de renda pode doar até no máximo mil reais. E quem fez declaração, pode doar até dez por cento do que declarou de renda no ano anterior. Claro que podem ser doações bem menores. A democracia e a cidadania ficariam engrandecidas e quem ganharia com isto, seria toda a comunidade!
Muitas pessoas terão pensado que eu estou sendo irônico ou insensivelmente brincando ao realizar o comentário acima. Mas ele tem muito de verdade! A eleição é um processo normal, prática corrente na democracia. Seria muito justo que o partido pagasse a campanha de seus candidatos, afinal eles estão representando o projeto do partido. Quando é o próprio candidato que tem que pagar as contas da campanha, a ideia que fica é de que na prática não é um partido que está concorrendo e, sim, uma pessoa ou um grupo. Neste caso é o partido que esta sendo oportunista com o candidato ou os candidatos e uma vez eleito desta forma é quase natural que o prefeito tenha um comportamento personalista e governe para quem o ajudou financeiramente a eleger-se. O partido não teve compromisso com ele. Ele também não terá compromisso com o partido! Como é que um partido vai poder cobrar do administrador algum compromisso, se ele o abandonou financeiramente na eleição. Existem pessoas que pensam que candidatos são “vacas que pastam no céu e dão leite aqui na terra”.
Falando sério minha gente boa, as despesas oficiais e legais em uma campanha avolumam o suficiente para assustar muitos possíveis candidatos sinceramente desinteressados. O ideal seria que muitas pessoas contribuíssem com um pouco, tirando do financiamento de campanha o cunho pessoal da doação. Favoreceria a equidade entre os candidatos, facilitando sobremaneira as campanhas e os eleitos governariam para todos, sem compromisso com seus financiadores. Se o prefeito vai administrar para a comunidade, não é justo pagar sozinho uma conta enorme para se eleger. Estará recebendo salário, sim, porque estará trabalhando e não recebendo devolução do que gastou na campanha.
Portanto, na medida do possível, vamos ser cidadãos de verdade e modestamente mudar o hábito, contribuindo mesmo modestamente para as campanhas dos nossos candidatos. Só pode doações de pessoas físicas. Quem não prestou declaração de renda pode doar até no máximo mil reais. E quem fez declaração, pode doar até dez por cento do que declarou de renda no ano anterior. Claro que podem ser doações bem menores. A democracia e a cidadania ficariam engrandecidas e quem ganharia com isto, seria toda a comunidade!
Nenhum comentário:
Postar um comentário